Moinho sem velas com lua

2 de Maio de 2015, Palmela, Portugal

Ao ler o poema “Moínho sem velas” de António Gedeão, recordei imediatamente esta fotografia que me tinha literalmente encantado num passeio ao fim da tarde e recupero duas quadras:

Minha toca de selvagem,
meu antro de vagabundo,
minha torre sobre o mundo,
minha ponte de passagem.
.
Meu atributo coitado,
meu tanger de hora serena,
rolo de pedra morena,
silêncio petrificado.
Para os apreciadores, a Biblioteca Nacional (de Portugal) tem um espólio de manuscriptos de António Gedeão, incluindo o deste poema.
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